Teste de surdez

Tá me ouvindo ?
Tá me ouvindo ?

Será que as baladas musicais do final de semana estão afetando seu ouvido ? Estariam seus pais errados ao reclamar do volume alto do seu som ? Para medir o grau de eficiência dos seus ouvidos postamos a dica de hoje. O método não é exato, nem científico, mas serve como amostra do que você consegue escutar normalmente. Como sempre, em caso de dúvidas, o melhor é procurar um médico especializado.

A seguir estão atalhos para uma sequência de tons que vão desde 8kHz até 22kHz. Basta clicar em cada um e escutar o som. Em geral, adultos acima de 25 anos não escutam a partir dos 15kHz, o que serve como medida para comparação de seus resultados.

Obs. Consegui discernir o som em 17kHz mas ficando na média já me dou por satisfeito…meus pobres ouvidos já sofreram um bocado nessa vida 🙂

(Fonte : NoiseAddicts)

Anúncios

Economize dinheiro : evite roupas com nanopartículas

Ah, o mundo da propaganda é tão perfeito. Tudo é limpo, simétrico, uniforme. Vemos carros acelerando à vontade sem congestionamentos, pessoas com corpo perfeito, famílias sempre felizes e até mesmo pessoas doentes sorrindo para a câmera enquanto seguram uma caixa de remédios. Hoje eu gostaria de dar um alerta sobre um produto que cai como uma luva nesse universo : nanopartículas.

 

Continue lendo

Evite contaminação com mercúrio (lâmpadas e termômetros).

(Obs. Este artigo tem tido interesse cada vez maior. Graças aos relatos dos leitores, inclui ao final uma pequena atualização)

O endereço na Agência de Proteção Ambiental americana, EPA, oferece dicas e informações sobre o que fazer em caso de vazamento de mercúrio. Parece brincadeira mas não é. A maioria das pessoas não leva a sério quando lâmpadas, termômetros e letreiros neon coloridos quebram.

Como tive um tempo de folga, aproveitei para por essas dicas num único post. Infelizmente o ministério da saúde, secretarias de saúde, etc. não distribuem essas orientações em suas páginas na internet. Imprimam, distribuam e evitem problemas sérios de saúde : Continue lendo

Cigarros de Bali: são “naturais”, não é?

0504_nt_13.jpgO cigarro-de-cravo, conhecido também como kretek (onomatopéia para o som de folhas se quebrando), foi desenvolvido no fim do século XIX  a partir de uma mistura de tabaco e cravo. Inicialmente foi elaborado  para efeitos medicinais e hoje é um produto vendido como um cigarro qualquer. Importado do sudeste da Ásia, disseminaram-se mais as em todo o mundo as marcas indonésias: Bentoel, Djarum, Gudang Garam, Jakarta, Sampoerna, Dji Sam Soe e WismilakTerong.

O Gudang Garan é a maior fabricante de cigarros da Indonésia e utilizam uma mistura de diferentes tipos de tabaco, folhas e ervas/substâncias aromáticas. [1,2]

A média de nicotina, monóxido de carbono e alcatrão contida nesses cigarros é maior que a dos cigarros convencionais, de acordo com um relatório de 1999 do CDC (Center of Disease Control) [5]. De acordo com o mesmo relatório é demonstrado, obviamente, que os kreteks fazem pior à saúde que o cigarro convencional. Continue lendo

Pare de fumar

help-eujpg.jpgHelp-eu – Por uma vida sem tabaco

O site tem como objetivo ajudar os dependentes do fumo a parar com o vício e mostrar como o cigarro prejudica a saúde dos fumantes ativos e passivos. O site traz um teste para que o fumante possa avaliar o seu grau de dependência. Os interessados em parar de fumar podem receber dicas por e-mail assim que se inscreverem na página.

http://www.help-eu.com

VIAGRA :P – Você REALMENTE CONHECE?

Muito se tem falado sobre o viagra ( a famosa “Vitamina V”, “pílula azul”, entre outros nomes), usado no tratamento da disfunção erétil no homem ( impotência sexual).

Mas será que todos de fato sabem o que é e como funciona o viagra?

Leia mais

Cientistas dizem ter comprovado existência do ponto G

Anatomia de certas mulheres explicaria o orgasmo vaginal

Cientistas italianos afirmam ter realizado, pela primeira vez, ultra-sonografias que comprovam a existência do ponto G – uma área que, quando estimulada, pode proporcionar às mulheres orgasmos intensos. A terminologia “Ponto G”, dada em homenagem a Ernest Gräfenberg em 1950, refere-se a uma área poucos centímetors acima da saída da vagina, no lado mais próximo ao estômago. Embutida nessa zona estão as glândulas de Skene, o equivalente (em princípio) nas mulheres à próstata.

Nos homens, a próstata produz o líquido seminal (só o líquido). Nas mulheres, as glândulas de Skene produzem uma substância igualmente aquosa que pode explicar a ejaculação feminina. O tecido que cerca essas glândulas, que inclui parte do clitóris e que chega ao interior da vagina, inunda-se de sangue durante o ato sexual. Claro que isso é uma evidência que o tecido nervoso de alguma região aí localizada  produz um orgasmo diferente daquele produzido pelo estímulo clitoriano.[1]

A notícia não é nova, e é matéria de estudos do grupo de italianos há bastante tempo[1]. No estudo, publicado na revista Journal of Sexual Medicine, o cientista Emmanuele Jannini, da Universidade de Aquila, Itália, afirma que, até agora, havia poucas evidências de certezas sobre a existência do ponto G, que ficaria localizado entre a vagina e a uretra.

Segundo o ginecologista, os exames inéditos revelaram claras diferenças anatômicas entre mulheres que disseram ter atingido orgasmo vaginal e outras que não vivenciaram a experiência. Este tipo de orgasmo é atingido pelo estímulo da parede vaginal, sem a fricção simultânea do clitóris.

Os especialistas realizaram varreduras de ultra-som e, as que tinham orgasmos, acusaram um claro espessamento do tecido uretrovaginal, que seria associado ao orgasmo vaginal.

Incapacidade de orgasmo

Segundo o Dr. Jannini, algumas mulheres têm um ponto G e outras não. “Será possível determinar, de uma maneira rápida, simples e barata, numa ultra-sonografia, se uma mulher tem ou não um ponto G”,

Jannini conduziu o estudo, baseado em ultra-sonografias, para estudar o tecido entre a vagina e a uretra. Das 20 mulheres que participaram do estudo, nove afirmaram ter orgasmos vaginais e 11 afirmaram não tê-los. Das 9 que tinham o orgasmo vaginal, foi  observado que tinham o tecido mais espesso. “A conclusão provável é que há mulheres que têm e outras que não têm o ponto G”, afirmou Jannini à revista Época. Nessa entrevista ainda acrescentou, “Não tê-lo não impede a mulher de ter orgasmos. É uma diferença anatômica como ter olhos castanhos ou verdes, e não um problema de saúde.”

O médico já havia encontrado anteriormente pontos relacionados ao aumento da função sexual na área entre a vagina e a uretra. Esses locais liberariam a PDE5, uma enzima que, nos homens, processa óxido nítrico (associado à ereção). Vale acrescentar que os remédios para impotência inibem a ação da PDE5, melhorando assim o fluxo de sangue para o pênis.

No entanto, a equipe não havia conseguido ligar a presença desses pontos ao orgasmo vaginal.

Polêmica

O estudo gerou controvérsias. Alguns especialistas desafiam a teoria de que mulheres que não atingiram orgasmo vaginal não têm o ponto G.

O estudo é intrigante, mas não significa necessariamente que mulheres que não têm orgasmo não têm o ponto G”, diz a Dra. Beverly Whipple, da Universidade de Rutger, de Nova Jersey – que, junto com uma equipe de médicos, cunhou o termo ponto G em 1981.

Os estudos dos americanos sugeriu que alguma espécie de sensibilidade é acontece na área onde o ponto G estaria localizado. Em princípio, as diferenças anatômicas estariam relacionadas a quanto a área seria exercitada, o que explicaria o seu espessamento.

Futuros exames poderiam revelar que todas as mulheres têm o ponto G”, diz a pesquisadora.

Para o Dr. Fábio Lopes Teixeira Filho, da UNIFESP, o estudo do grupo italiano está longe de encerrar o tema já que  “O grupo de mulheres estudado foi muito pequeno” e que estudos mais sofisticados, como a ressonância magnética e a tomografia, devam ser feitos. Em entrevista à Época afirmou que “Parâmetros anatômicos não são o mais importante para determinar a ocorrência do orgasmo vaginal”, diz Teixeira Filho. Variações de tamanho do clitóris, por exemplo, não parecem ter influência na ocorrência ou na intensidade do orgasmo, analogamente ao que ocorreria com o homem em relação ao tamanho da glande. “Fatores como o estresse e o relacionamento do casal costumam ser mais importantes.”

Fontes:


[1] “Bigger is better when it comes to the G spot”, New Scientist, Julho de 2002
BBC Brasil 20 de fevereiro, 2008 – 21h01 GMT (19h01 Brasília)
“Acharam o Ponto G”, por Letícia Sorg, Revista Época (23/02/2008), No. 510

Mais controvérsia

Haja vista que os homens e mulheres não são tão diferentes assim, existindo realmente modificações sutis entre os sexos e tendo em conta as observações da analogia entre o ponto G e a região da próstata , poderíamos esperar que os homens também pudessem ter excitações num ponto G análogo. A pesquisa sugere que medicamentos como Viagra, e similares que inibem a ação da PDE5, deveriam funcionar também para algumas mulheres, especialmente as que possuíssem um ponto G “grande”[1]. Esse ponto, dito proporcionar orgasmos de magnitudes fantásticas, seria portanto o alvo análogo de tais drogas.

Siga este link e veja mais sobre o ponto P, o equivalente masculino. 🙂

“Desambiguation”

Não sabemos do porquê você atingir essa página. Existem inclusive na rede diversos sites/produtos com esse nome. A saber:

Adicionalmente, o ponto G é um assunto tão antigo que, pouco depois da cunhagem do termo, até um filme pornográfico foi realizado pelos irmãos Mitchell: o  Grafenberg Spot. Não vamos tratar aqui dos detalhes do filme, os quais podem ser encontrados na internet (e com bastante detalhes) e, admiravelmente, no Imdb.  Curiosamente, uma das artistas, a Ginger Lynn, teve um romance conturbado com o artista Charlie Sheen (Platoon, Two and a Half Men) entre 90 e 92. Mais detalhes… no wiki. (Vocês gostam de fofoca….)

Enfim. Dá para encontrar uma infinidade de coisas na rede associadas com o nome ponto G. Fica aí a sugestão para o wikipedia direcionar melhor o expectador desse termo. 🙂

(Atualizado em 22/08/2008, por Chapado)